agosto 31, 2007 at 6:42 pm In CRIMES, Maranhão
Um crime hediondo e semelhante ao praticado contra Mauro Felipe, no final de semana passado, na Vila Maranhão, ocorreu no final da tarde de quarta-feira (29), no povoado Santa Vitória, em Barra do Corda. O autor, identificado como “Tocha”, 25 anos, que se dizia evangélico, foi localizado horas depois do achado do corpo da vítima, Vanderson do Nascimento Silva, 10 anos, que foi violentado sexualmente, recebeu um tiro e ainda teve um braço e a cabeça praticamente decepados, além do corpo parcialmente queimado.Voltava da roça com o pai - Informações procedentes de Barra do Corda dão conta de que Anderson voltava da roça com seu pai Vicente Silva, por volta das 17h, atrasou-se um pouco no caminho e depois começou a gritar por Vicente, que ouviu o chamado do filho, mas não parou “porque era costume dele gritar por mim”, disse. Por volta das 18h, a família começou a se preocupar com o menino e saiu à procura dele nas margens do rio e outros lugares onde poderia estar. Após várias horas de buscas o corpo de Anderson foi encontrado por populares. Revoltados ao ver o estado em que ficou a criança, o grupo se armou com paus e facões e iniciou uma caçada ao autor do homicídio, que tinha sido visto por testemunhas, no início da noite, com a espingarda e uma faca suja de sangue nas mãos.Linchado a pauladas e golpes de facão - Uma testemunha informou que quando ainda procuravam pela criança e não sabiam que Tocha ele era o autor, passaram pela igreja e falaram com ele, que estava na porta, sobre o desaparecimento do menino. “Essa criança já está morta, está no céu”, teria dito o ‘evangélico’. Quando circulou a informação que ele tinha sido visto saindo de um matagal com a espingarda e a faca suja de sangue, e que haviam encontrado Anderson morto, todos juntaram as peças e foram atrás de Tocha, que estava encostado em um poste na porta do templo.Ele foi detido, amarrado no poste, e morto a socos, pontapés, pauladas e golpes de facão. Quando a polícia foi informada e chegou para prendê-lo, nada mais pôde fazer a não ser remover o que restou do autor do crime para a cidade de Poção de Pedras, onde moram seus familiares. Naquela cidade, ele praticou vários crimes, foi preso e para sair do xadrez furou o próprio olho com um garfo e ao ser medicado conseguiu fugir para Santa Vitória, distante 20 km de Barra do Corda, onde havia morado quando criança. Na localidade, ele se fingiu de evangélico, freqüentava a igreja, mas não deixou de continuar sua vida de crimes. Anderson foi sepultado ontem, por volta de 12 horas.
Putz q mundo estamos meu DEUS, realmene temos que conversarmos mais com nossas crianças e todas possíveis, e denuciarmos tudo e todos que fazem alguma maldade contra elas
sexta-feira, 28 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
04/03/200810h03-O homem suspeito de coordenar, nas ruas, os ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) que paralisaram São Paulo em 2006 está solto. Carlos Antônio da Silva, o Balengo, de 29 anos, fugiu, no último dia 27, do presídio de regime semi-aberto para onde havia sido transferido horas antes. Único integrante do primeiro escalão da facção em liberdade, Balengo havia sido preso pela Polícia Federal na Operação Facção Toupeira, em setembro de 2006 quando 40 bandidos do PCC foram surpreendidos fazendo um túnel para furtar o Banrisul. Balengo estava na penitenciária de segurança máxima de Charqueada, até que, por decisão da Vara das Execuções Criminais foi transferido para um presídio de regime semi-aberto. Ele ficou apenas 12 horas no lugar e fugiu na quarta-feira da semana passada. Só ontem as autoridades de São Paulo receberam a confirmação oficial da fuga do líder do PCC, após um contato com a coordenadoria gaúcha dos presídios. Em 2006, Balengo ficou preso na Penitenciária de Avaré, onde estavam então reunidos os integrantes da cúpula da facção, como Marco Herbas Camacho, o Marcola. A inteligência policial sabia que ele liderava grupos da facção na região de Monções, na zona sul de São Paulo, em Santa Cecília e Bom Retiro, ambos no centro e na região de Santo André e São Bernardo do Campo. “O Balengo tem poder de mando. Ele caiu em vários grampos dando ordens na facção”, afirmou o delegado do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Na época do ataques, Balengo foi apontado ainda como suspeito de participar do seqüestro de um jornalista da Rede Globo, Guilherme Portanova - ele negou esse crime ao ser interrogado pela polícia. Pouco depois, ele se transformou em um dos líderes da maior quadrilha de ladrões do País, o bando de Antonio Jussivan Alves dos Santos, o Alemão - preso na semana passada pela PF. Responsável pelo furto de R$ 164 milhões do Banco Central, em Fortaleza, em 2005, o grupo preparava outro roubo quando foi desarticulado pela PF.
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